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segunda-feira, 18 de abril de 2011

ASSALTANTES "BESTAS" REGIONAIS

*Assaltante Cearense
Ei, bixim...
Isso é um assalto..
Arriba os braços e num se bula nem faça munganga...
Passa vexado o dinheiro senão eu planto a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora...
Perdão meu Padim Ciço, mas é que eu tô com uma fome da molesta...

* Assaltante Mineiro
Ei cumpadi, pressstenção..
isso é um assarto, uai...
Levanta os braços e fica quetinn quesse trem na minha mão tá cheiiii de bala...
Mió passar logo os trocados que eu num tô bão hoje...
Vai andando, uai, tá esperano o que, uai..

* Assaltante Gaúcho
Ô gurí, ficas atento...
Báh, isso é um assalto...
Levantas os braços e te aquieta, tchê!
Não tentas nada e tomas cuidado que esse facão corta que é uma  barbaridade...
Passa os pilas prá cá!
E te manda a la cria, senão o quarenta e quatro fala!!

* Assaltante Carioca
Seguiiiinnte, cara...
Tu se fudeu, isso é um assalto...
Passa a grana e levanta os braços cara...
Não fica de bobeira que eu atiro bem pra caralho...
Vai andando e se olhar pra traz vira presunto...

* Assaltante Baiano 
Ô meu rei....( longa pausa )........ isso é um assalto...
Levanta os braços, mas não se avexe não...
Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado...
Vai passando a grana, bem devagarinho...
Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado...
Não esquenta, meu irmãozinho, vou deixar teus documentos na
próxima encruzilhada...

* Assaltante Paulista ( torcedor do Corinthians )
Ôrra, meu.....
Isso é um assalto, meu....
Alevanta os braços, meu....
Passa a grana logo, meu... Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pra comprar o ingresso do jogo do Timão, meu....
Se manda, meu...

FALE A MESMA "BESTEIRA" COM CLASSE ARISTOCRÁTICA

"Prosopopéia flácida para acalentar bovinos"
(Conversa mole pra boi dormir)

"Romper a fisionomia"
(Quebrar a cara)

"Creditar ao primata"
(Pagar o mico)

"Dar carga à bolsa escrotal"
(Encher o saco)

"Impulsionar bruscamente a extremidade o membro inferior contra a região glútea de alguém"
(Dar um pé na bunda)

"Derrubar com a extremidade do membro inferior o suporte central de uma das unidades de acampamento"
(Chutar o pau da barraca)

"Deglutir o batráquio"
(Engolir o sapo)

"Colocar o prolongamento caudal em meio aos membros inferiores"
(Meter o rabo entre as pernas)

"Derrubar com mortais intenções"
(Cair matando)

"Aplicar a contravenção do Sr. João, deficiente físico de um dos membros superiores"
(Dar uma de João sem braço)

"Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira"
(Nem a pau)

"Sequer considerar a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais"
(Nem que a vaca tussa)

"Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente"
(Chutar o balde)

"Retirar o filhote de eqüino da perturbação pluviométrica"
(Tirar o cavalinho da chuva)

"Alongar as tíbias"
(Esticar as canelas)

"A ruminante bovina deslocou-se para terreno sáfaro e alagadiço"
(A vaca foi pro brejo)

"Colóquio soporífero para gado bovino repousar"
(História pra boi dormir)

"Sugiro veementemente a Vossa Excelentíssima que procure receber contribuições inusitadas na cavidade retal"
(Vá tomar no...   Seu Besta!)


LENDA "BESTA MEDIEVAL"

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado  uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do  reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou  um bode expiatório para acobertar o verdadeiro  assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o  resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para  levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento  justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua  inocência. Disse o juiz: - Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos  do senhor. Vou escrever em um pedaço de papel a palavra  INOCENTE e noutro pedaço a palavra CULPADO. Você  sorteará um dos papéis e aquele que sair será o  veredicto. O senhor decidirá seu destino.

Sem que o  acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas  em ambos escreveu CULPADO, de maneira que, naquele  instante, não existia nenhuma chance do acusado se  livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas  para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma  mesa e mandou o acusado escolher um.

O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a vibração, aproximou-se  confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente  colocou-o na boca e o engoliu. Os presentes ao  julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. 

- Mas o que você fez? E agora? Como vamos  saber qual seu veredicto? 
- É muito fácil, respondeu o  homem. Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos  que acabei engolindo o seu contrário. Imediatamente o homem foi libertado.

LINDO POEMA

Quer seja curto ou comprido 
Quer seja fino ou mais grosso 
É um órgão muito querido 
Por não ter espinhas nem osso 

De incalculável valor 
Ninguém tem um a mais 
E desempenha no amor 
Um dos papéis principais 
Quando uma dama aparece 

Ei-lo a pular com fervor 
Se de um rapaz, estremece 
Se de velho, tem pouco vigor 
O seu nome não é tão feio , 
Pois tem sete letrinhas só 
Tem um R e um A no meio 
Começa com C e acaba em O

Nunca se encontra sozinho 
Vive sempre acompanhado 
Por outros dois orgãozinhos 
Junto de si, lado a lado 
Os nomes destes, porém, 

Não geram confusões 
Têm sete letras também 
Tem L e acabam em ÕES 
Para acabar com o embalo 
E com essas más impressões 
Os órgãos de que eu falo... 



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São o coração e os pulmões.

A "GAITA VAGINAL"



Jeff Dunham - O VENTRÍLOQUO - Sensacional!