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quarta-feira, 6 de julho de 2011

LENTE DE CONTATO DE VISÃO NOTURNA?

A tecnologia para uso militar é algo impressionante e, a cada dia que passa, é desenvolvida de forma mais eficiente para tornar os soldados pessoas com poderes além do natural. A tecnologia pode ser aplicada na criação de armas mais potentes ou até exoesqueletos que suportam pesos absurdos.


Depois da captura e morte do Osama Bin Laden, um dos homens mais procurados do mundo, as técnicas militares estão cada vez mais presentes nas discussões da opinião pública.

Entre os equipamentos, teve grande destaque o helicóptero especial, quase silencioso e totalmente ligeiro. Mas algumas pessoas disseram que os soldados que vieram por terra não usavam máscaras para visão noturna. Então, como enxergavam à noite? Segundo rumores, foram projetadas lentes de contato que proporcionam visão noturna para os soldados.

Essas lentes conseguiriam sua potência através de indução magnética. Antes de colocar a lente, o soldado é orientado a colocar um gel especial que, com o atrito de pestanejar ou abrir e fechar os olhos, geraria a indução magnética necessária para se enxergar no escuro. Mas, por que projetar uma lente de contato para fazer o que os óculos já fazem?

A principal resposta seria devolver a visão periférica do soldado. Com os óculos ele perde destreza, o que numa batalha pode ser desfavorável. Ainda não há nenhuma confirmação desse rumor, mas seria uma tecnologia interessante não apenas para soldados, mas para policiais que monitoram nossas ruas de madrugada e bombeiros que entram em lugares sem luz para salvar vidas.


FONTE - http://cybergringo.blogspot.com/2011/07/lentes-de-contato-com-visao-noturna.html


NOVA PELE TORNA OS ROBÔS MAIS SENSÍVEIS AO AMBIENTE


Os robôs estão cada vez mais parecidos com os seres humanos. Agora, eles podem até sentir o calor do sol ou detectar a brisa do vento. Tudo graças uma a pele robótica ultrassensível, desenvolvida por pesquisadores alemães.
A nova pele permite que os robôs sintam desde a temperatura do ambiente até o mais leve toque, como finos cabelos humanos sendo pressionados contra a pele. A cútis robótica contém 5 centímetros quadrados de sensores em forma de placas hexagonais. Cada pequena placa possui quatro sensores infravermelhos que identificam objetos mais próximos do que um centímetro da pele. Além disso, há seis sensores de temperatura e um sensor que permite que os robôs registrem o movimento de cada um de seus membros, individualmente.
Os sinais dos sensores são processados em um computador central, que armazena os dados e permite separar as diferentes sensações, como um toque ou a temperatura ambiente.
A pele já parece um avanço assustador que deixará os robôs tão sensíveis ao ambiente quanto os humanos, mas não para por aí. Os robôs equipados com a pele ultrassensível receberam também câmeras como os olhos, mãos e scanners infravermelhos – tudo para que ficassem semelhantes a nós.
Mas não se assustem, pois a invenção não foi feita para os robôs dominarem o mundo; o avanço pode ser muito positivo. Com o desenvolvimento dessa tecnologia, robôs como esses poderão ajudar pessoas para que elas possam se deslocar em diferentes ambientes em segurança, o que seria um grande facilitador para cegos, por exemplo.
A pele robótica foi desenvolvida para poder reagir a diferentes sensações nos menores espaços possíveis. A pele ainda não está completa, mas 15 sensores em um pequeno espaço dela já demonstram que o invento funciona. Um leve toque na pele artificial faz com que o braço do robô reaja. Os pesquisadores desejam agora avançar nas pesquisas incluindo outros sensores na pele, como os que identificam a pressão.

MUNDIAL FEMININO: BRASIL 3X0 GUINÉ EQUATORIAL


segunda-feira, 4 de julho de 2011

GATO QUER DORMIR, MAS A ROLINHA DEIXA NÂO!



WIMBLEDON 2011 - "NADAL SE DEU MAL"

No maior dos palcos, o novo rei ascende ao trono do tênis mundial. E Novak Djokovic, número 1 do mundo a partir de segunda-feira, chega ao trono com uma atuação digna do posto que ocupará. Por 6/4, 6/1, 1/6 e 6/3, derrubou Rafael Nadal, bicampeão de Wimbledon e tomou para si o troféu do torneio de maior prestígio do circuito.


O triunfo no Grand Slam britânico é mais um em uma temporada espetacular, que já soma 48 vitórias e apenas uma derrota, além de outros sete títulos (Australian Open, ATP 500 de Dubai, ATP 250 de Belgrado e Masters 1.000 de Indian Wells, Miami, Madri e Roma). Djokovic também passou 43 jogos sem perder - série que começou na Copa Davis do ano passado e terminou nas semifinais de Roland Garros, diante de Roger Federer.

Além de destronar Nadal no ranking mundial, Nole também encerrou o domínio do espanhol no All England Club. Até este domingo, Rafa estava invicto há 20 jogos na grama de Wimbledon. A última derrota havia sido na final de 2007, quando Roger Federer conquistou o título. A vitória em Londres também é a quinta seguida de Djokovic sobre Nadal. Todas aconteceram em 2011 e em finais. As outras quatro foram nos Masters de Indian Wells, Miami, Madri e Roma.

O terceiro título de Grand Slam do sérvio de 24 também tem muita importância na briga pela liderança do ranking até o fim do ano. Caso tivesse perdido a decisão, Nole ainda sairia de Wimbledon como número 1 do mundo, mas sua vantagem sobre Nadal seria de apenas 415 pontos. Como venceu, Djokovic terá 2.015 a mais que o rival espanhol. 
(entenda o ranking)


O jogo

Nadal começou a partida sacando bem, encaixando quase 90% de seus primeiros serviços. Djokovic também mantinha seus saques sem grandes problemas. O único momento ruim do espanhol veio no décimo game, e o sérvio não perdoou. Depois de abrir 30/0, Nadal errou três primeiros serviços e cedeu o primeiro break point do jogo ao adversário ao jogar uma esquerda na rede. No ponto seguinte, o espanhol errou outra esquerda e perdeu o set.

Jogando à frente no placar, Djokovic ganhou em confiança e passou a jogar ainda melhor. Depois de sair de 0/30 no primeiro game do segundo set, quebrou o serviço de Nadal no segundo game e, depois, abriu 3/0. A segunda parcial acabou se transformando em um desfile do sérvio, que acertou devoluções vencedoras, paralelas indefensáveis e cruzadas que Nadal não conseguiu devolver. Em 33 minutos, Nole fez 6/1 e abriu 2 sets a 0.


              Rafael Nadal reagiu no terceiro set (Foto: Reuters)

Nole, porém, não conseguiria manter o nível altíssimo do segundo set. Nadal, que não fazia uma partida ruim, teve então uma chance para reagir. O espanhol aproveitou logo o primeiro break point que conseguiu em todo o jogo - com uma esquerda errada de Djokovic. Pouco depois, o bicampeão abriu 3/0 e disparou no placar. O sérvio errou outras duas direitas no sexto game, cedeu outra quebra, e Nadal, em meia hora, devolveu o placar: 6/1.

Djokovic passou por outro susto e teve de salvar um break point no primeiro game do quarto set. Em seguida, o sérvio, no embalo, quebrou o serviço de Nadal para fazer 2/0. O espanhol, no entanto, não desistiria sem uma reação. Aproveitando-se de um erro do oponente, Nadal conquistou outra chance de quebra. A sorte esteve de seu lado. A devolução tocou na fita e morreu colada na rede, do lado de Djokovic, para devolver a quebra.

A pressão de jogar atrás durante a parcial acabou fazendo efeito sobre o espanhol. Nadal abriu o oitavo game com uma dupla falta, errou uma direita e uma esquerda e acabou cedendo três break points. O bicampeão salvou o primeiro, mas errou outra direita em seguida, cedendo a quebra para Djokovic. Com 5/3 no placar, o sérvio só precisava confirmar o serviço para conquistar o troféu. Um erro bobo no primeiro ponto deu um susto nos fãs, mas não passou disso. Com duas subidas à rede, bem ao estilo de jogo tradicional na grama, Nole fechou o jogo e conquistou o troféu.