SE ESTIVER PROURANDO "BESTEIRAS", O LUGAR É AQUI MESMO.

POR FAVOR, OLHE PRÁ CIMA . VEJA NOSSO CARDÁPIO DE PÁGINAS. CLICK AÍ, SEU BESTA!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

É POSSÍVEL MUDAR DE NOME



  • É possível, sim. Aliás, há casos em que não somente é possível, mas é também indispensável. Casos absurdos, como o daquele caipira que chegou ao cartório e disse que queria trocar de nome. “Bem, podemos providenciar isso, mas o senhor vai ter que trocar todos os seus documentos, vai dar trabalho danado!” – explicou o escrivão. Meio encabulado, o matuto disse: “Faz mar não, dotô! No meu caso, carece trocar de quarquer jeito!”  Curioso, o funcionário perguntou: “Ah, é? E como é o seu nome?” Mais encabulado ainda, o caipira respondeu: “É Antonho Cocô, sim sinhô…”  Esforçando-se para conter o riso, o escrivão concordou: “É… O senhor tem razão, ninguém pode se chamar Antônio Cocô. Mas, me diga, por qual nome o senhor quer trocar?” Com um sorriso vitorioso, o capira respondeu: “Por Chico Cocô, sim sinhô!…”

    Nomes absurdos

    Pois é, o caipira não gostava mesmo era do “Antônio”, o resto estava ótimo… Isso foi só uma piada, mas há casos reais, registrados em vários cartórios brasileiros. Veja alguns exemplos incríveis: 
    Agrícola Beterraba Areia Leão – Abxivispro Jacinto – Amável Pinto – Colapso Cardíaco da Silva – Gerunda Gerundina Pif Paf – José Catarro Marques da Silva – Maria Privada de Jesus -Otávio Bundasseca – Padre Filho do Espírito Santo Amém – Um Dois Três de Oliveira Quatro – Vicente Mais ou Menos de Souza… e muitos outros.

    Como trocar o nome

    Primeiro, é preciso saber que a lei só permite trocar de nome uma única vez. Ninguém pode trocar de nome quantas vezes quiser, porque o nome é uma forma de identificar uma pessoa em virtude de um crime, por exemplo. De modo geral, o nome de alguém é imutável, vale para o resto da vida. Existem, porém, algumas exceções. É necessário contratar um advogado, abrir um processo e o julgamento pode levar até seis meses.

    Razões para a troca

    Alguém muito conhecido pelo apelido tem direito de acrescentar o apelido na certidão ou até de trocar o prenome. Por exemplo, Luiz Inácio da Silva foi trocado por Luiz Inácio Lula da Silva; Maria da Graça Meneghel poderia ser trocado por Maria da Graça Xuxa Meneghel ou até por Xuxa Meneghel; Édson Arantes do Nascimento poderia virar Édson Arantes Pelé do Nascimento e assim por diante.

    Outros casos:

    Pessoas ameaçadas de morte

    Homônimos (pessoas com nomes iguais)

    Falsos nomes estrangeiros: 
    Pessoas cujos pais, por ignorância, registraram seus nomes estrangeiros erradamente. Maicon vira Michael; Uóxinton vira Washington, Cheron vira Sharon e Sthefany vira Stéphanie

    Motivo de bullying: 
    Nomes que lembrem palavrões ou sejam ridículos. No tempo daquela campanha pelo uso da camisinha (lembram?), muitos Bráulios trocaram de nome…

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

PROPOSTA INDECENTE?


terça-feira, 13 de setembro de 2011

PISCINAS LEGAIS E DIFERENTES

As piscinas são comuns em prédios e condomínios, mas elas não saem muito do desenho padrão, variando no máximo entre o formato retangular e circular. Em tempos de aquecimento global é bom ter uma por perto para se refrescar no verão e os exemplos abaixo mostram como elas têm a possibilidade de serem diferentes.

Piscina Barco (Alemanha)


6 "BESTEIRAS" SOBRE PSICOLOGIA QUE TODO MUNDO ACREDITA

Psicologia é uma daquelas coisas que todo mundo acha que sabe. Quem nunca “deu um de psicólogo”, e confortou um amigo? Ou pensou que descobriu a raiz do sofrimento de um colega de trabalho? Mas, como qualquer ciência com espaço na cultura pop, um monte de declarações comuns que ouvimos todos os dias são tão erradas que um profissional desmaiaria se as ouvisse. Confira e fique esperto:

1 – “SE VOCÊ EXPRESSAR SUA RAIVA, SE SENTIRÁ MELHOR”

Você com certeza já ouviu alguém falar que, se você guardar sua raiva, um dia não vai aguentar, vai estourar. E, de fato, nos filmes sempre tem um ponto no qual o personagem “enlouquece”, dispara uma bala pro ar, amassa uma boneca, grita em um travesseiro, dá pancadas na parede, ou estrangula um gatinho. E daí, veja só, se sente muito melhor. Sim, muitas das terapias atuais foram construídas em torno desta ideia, basicamente incentivando as pessoas a controlar sua raiva socando um saco de pancadas para impedi-las de fazer o mesmo com seu chefe. Faz sentido, né?

Por que é mentira: pesquisas dizem que isso não funciona. Expressar a raiva, mesmo contra objetos inanimados, não torna ninguém menos bravo. Na verdade, faz você querer ficar irritado. Os seres humanos têm uma coisa chamada “hábitos”. Quando fazemos algo, e isso nos faz sentir bem, queremos fazer isso de novo e mais frequentemente. É por isso que você não vê um monte de monges budistas jogando tijolos através de vidros em seu caminho para a iluminação. A raiva é “viciante”, e “bater” como um meio para controlá-la é como beber para controlar sua vontade de beber. E isso é má notícia, considerando que há muitas situações onde não há um objeto inanimado para socar.

2 – “ACREDITE EM VOCÊ MESMO, E VOCÊ TERÁ SUCESSO”


Autoestima é martelada em nossos cérebros a vida inteira. Você tem que tê-la, baseado na crença de que os com autoestima elevada se dão melhor na vida, fazem e mantêm mais amigos, e em geral funcionam melhor como um membro da sociedade. Quase todos os filmes de adolescente são defensores dessa teoria. O impopular, cansado de anos de abuso, deprimente, um dia descobre sua própria autoestima em tempo para o grande baile/jogo/viagem. Então, todo os outros alunos da escola percebem essa mudança radical e ele se torna o garoto mais popular. Programas e livros de autoajuda trazem essa ideia também, prometendo que o reforço da autoestima é a chave para superar obstáculos e fracassos. Mesmo escolas de ensino fundamental nos EUA começaram a dar aulas de autoestima para as crianças, porque, como todos sabem, a chave para a felicidade é receber recompensas por pouca ou nenhuma coisa.

Por que é mentira: isso parece ser um uma confusão entre correlação e causalidade. Ao invés de pensar: “Talvez as crianças com alta autoestima se sentem bem consigo mesmas porque tiram boas notas na escola e têm muitos amigos”, eles decidiram que é o contrário, que eles se dão bem porque têm autoestima. Então, tentaram ensinar as pessoas a se sentirem bem consigo mesmas por qualquer razão, como se disso se seguisse algo melhor (o que não ocorre). Isso resulta em algumas crianças com muita autoestima, uma raça que classificamos como “babacas”. Não é brincadeira. Pesquisas mostram que crianças com um senso inflado de autoestima se tornam agressivas quando sua “superioridade” é posta em causa, levando a uma queda mais prejudicial quando ela percebe que é uma fracassada. Nós certamente não somos especialistas, mas talvez seria melhor ensinar coisas que levam ao sucesso (como habilidades sociais e de comunicação, estratégias para lidar com o stress, etc.) e deixar que isso leve naturalmente ao sucesso, ao invés de ir direito para a parte da autoestima.

3 – “MEMBROS DE RELIGIÕES OU SEITAS SÃO ESTÚPIDOS E INGÊNUOS”


Há uma ideia de que quem participa de uma seita (ou religião organizada de qualquer tipo) ou é fraco, ou retardado, ou uma combinação dos dois. Nós tendemos a associar cultos com fanatismo, supondo que todos eles são formados por pessoas que usam roupas esquisitas e vivem em locais afastados. Graças a certas seitas apocalípticas e/ou suicidas que já foram manchetes internacionais, não temos mesmo muita razão para pensar o contrário.

Por que é mentira: Estudos mostram que membros de seitas são tão inteligentes, se não mais, do que o público em geral. E cerca de 95% dos membros são perfeitamente saudáveis (quando entram para a religião, pelo menos), sem histórico de problemas psicológicos. Eles não são estúpidos, nem loucos. Claro que isso só serve para tornar os cultos ainda mais assustadores. Como diabos essas seitas conseguem que pessoas – que são tão sãs e inteligentes – juntem-se a eles?
Como animais sociais que somos, nós queremos pertencer a um grupo. É uma necessidade tão básica e real como fome ou sexo. Quando não estamos bem (perdemos o emprego, ou mudamos para uma nova cidade ou terminamos com um namorado), ficamos um pouco loucos. Os cultos são muito bons em encontrar pessoas nesse momento de fraqueza, e dizer exatamente a coisa certa. E uma vez que essas pessoas estão em algum culto, percebem que não, nem todos os membros acabam fazendo parte de uma cerimônia bizarra suicida. A maioria leva uma vida normal e bem sucedida.

4 – “CUIDADO! PROPAGANDAS TÊM MENSAGENS SUBLIMINARES PARA NOS FAZER QUERER ALGO”

Esse grande mito parece ressurgir toda década de uma forma diferente. Na década de 80 era mensagens supostamente escondidas (e satânicas!) em músicas de rock, só audíveis quando os discos eram tocados ao contrário, mas ainda assim capazes de secretamente influenciar o cérebro adolescente quando tocado normalmente. Mensagens subliminares também são técnicas em que anunciantes poderiam supostamente jogar uma mensagem em uma tela tão rápido que não seria percebida conscientemente, mas ainda capaz de enganar seu subconsciente para fazer ou comprar o que o anunciante quisesse. Hoje existem afirmações semelhantes sobre “programação neurolinguística”, que artistas como o mágico Derren Brown afirmam que lhes permite controlar qualquer pessoa “introduzindo” palavras de comando em uma frase, despercebidamente, é claro. Tudo isso equivale à mesma coisa: formas de comunicação que podem magicamente manipular seu subconsciente até que você não passe de um fantoche.

Por que é mentira: nenhum método de mensagens subliminares funciona. Não, seu cérebro não pode pegar mensagens subliminares nem mesmo quando você intencionalmente reproduz uma faixa ao contrário. Se você ouviu algo, foi produto de sua própria imaginação. O único estudo que disse que rápidas telas publicitárias imperceptíveis durante filmes no cinema (que diziam “Beba Coca-Cola” e “Fome? Coma pipoca”) levam ao aumento massivo nas vendas de ambos os produtos provavelmente foi baseado em dados falsos, se é que realmente aconteceu (além do mais, ninguém bebe Coca ou come pipoca no cinema, né). Quanto à programação neurolinguística, não preciso dizer nada: há uma razão pela qual o sujeito principal conhecido por usá-la é um mágico. Se realmente houvesse um método confiável de distribuir mensagens invisíveis que poderiam transformar as massas em robôs, quem o dominasse dominaria também o mundo. Eles não precisariam de força militar para invadir outro país, apenas ter sua transmissão ouvida pela população de lá. O fato de que todos os governos na história do planeta não foram capazes de inventar esse método nos deixa muito confortáveis em chamá-lo de “mentira”.

5 – “O DETECTOR DE MENTIRAS PODE APONTAR QUEM NÃO FALA A VERDADE”


O que suspeitos de assassinato, candidatos a empregos públicos e concorrentes de jogos de televisão têm em comum? Eles podem acabar ligados a um polígrafo para ver se estão dizendo a verdade. Testes de polígrafo (“detector de mentiras”) remontam ao início do século 20. Nos próximos 80 anos as máquinas se tornaram suficientemente avançadas para que a sociedade permitisse sua utilização em jogos de programas de televisão. Que ótimo drama ver um desconhecido ligado a uma máquina tendo seus segredos expostos por dinheiro (o que descreve todos os programas de televisão com jogos).

Por que é mentira: o problema sempre foi o apelido “detector de mentiras”, pois fica implícito que as máquinas de algum modo sabem a verdade, e podem sentir a falsidade no ar. Obviamente isso não é verdade. Elas simplesmente medem o número de respostas físicas que podem significar que alguém está mentindo. Estudos mostram que os testes de polígrafo são ligeiramente bons, mas longes de ser totalmente precisos. Em 2003, um amplo estudo da Academia Nacional de Ciências americana descobriu que polígrafos ajudam a detectar as mentiras a uma taxa um pouco melhor do que decidir na moeda se é verdade ou mentira. Se sua taxa de acerto é apenas um pouco maior que o acaso, o grande número de falsos positivos pode tornar o esforço inútil. Há um grande número de variáveis que podem enganar os resultados, e várias pessoas já descobriram truques para driblar o teste (o espião soviético Aldrich Ames bateu o polígrafo duas vezes). É por isso que ele é, de certa forma, pior do que jogar uma moeda. Com a moeda, você sabe que é aleatório. Com o polígrafo, você tem uma falsa sensação de segurança (afinal, o cara culpado que engana o teste é agora menos suspeito do que se não tivesse sido testado). Fala sério…

6 – “QUEM ODEIA GAYS É PROVAVELMENTE SECRETAMENTE GAY”


Se você assistir a qualquer filme ou programa de televisão que enfoca personagens gays, com certeza em algum momento verá o personagem “Odeia Gays Porque É Secretamente Gay” (tome por exemplo o “David Karofsky”, da série popular Glee). É tão arquétipo da cultura pop que, na vida real, quando você vê um cara na academia expressando desagrado com a coisa toda gay, você automaticamente assume que ele tem fotos de caras musculosos debaixo da cama. E realmente, isso também existe na vida real; quem nunca ouviu falar de um político conservador que acabou sendo acusado de enviar e-mails pornográficos a menores do sexo masculino?

Por que é mentira: Dá para admitir que às vezes é verdade. Houve até um estudo feito em 1996 com 64 estudantes universitários, 35 dos quais eram homofóbicos. Os pesquisadores mediram suas ereções (sério) enquanto eles assistiam pornô (sim, isso aconteceu MESMO). Verificou-se que a maioria dos homofóbicos ficou pelo menos semiereto enquanto assistia pornô gay, mas apenas cerca de um quarto dos não homofóbicos tiveram ereção. Porém, isso é um pouco estranho: se quase a metade de todos os participantes do estudo tiveram pelo menos uma semiereção assistindo pornô gay, então metade da população masculina é secretamente gay? Eu chuto que isso é bastante improvável.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

US OPEN 2011 - "NADAL SE DEU MAL"

Primeiro, o jogo parecia rumar para mais um capítulo do domínio de Novak Djokovic sobre Rafael Nadal. Depois, transformou-se em uma partida cheia de jogadas espetaculares de ambos e 23 mil pessoas em delírio no Estádio Arthur Ashe. No fim, após 4h09m de ralis e com os dois atletas esgotados em quadra, o número 1 do mundo triunfou mais uma vez sobre o rival e se consagrou em Flushing Meadows. Por 6/2, 6/4, 6/7(3) e 6/1, Nole conquistou o título do US Open, seu quarto em um Grand Slam.


Novak Djokovic em um dos muitos pontos espetaculares da final desta segunda-feira 
(Foto: Reuters)
Rei agora também em Nova York, Nole detém três títulos de Grand Slam: Australian Open, Wimbledon e US Open. Sua única derrota em um quatro grandes torneios do circuito veio em Roland Garros, quando caiu diante de Roger Federer nas semifinais. Na incrível temporada, o atual número 1 do mundo soma 63 vitórias e só dois reveses, além de dez títulos.

O triunfo desta segunda-feira é o sexto seguido sobre o vice-líder do ranking - todos em finais. Este ano, eles se encontraram nas decisões dos Masters 1.000 de Indian Wells, Miami, Madri, e Roma, e também fizeram a final do Grand Slam britânico. A última vitória de Nadal sobre Djokovic em uma final foi justamente um ano atrás em Flushing Meadows.

O jogo começou nervoso, com os dois tenistas arriscando pouco e investindo em longas trocas. Melhor para Nadal, que usou bons slices e contou com três erros não forçados de Djokovic para chegar a uma quebra já no segundo game. O espanhol, contudo, tinha problema para encaixar o primeiro serviço e perdeu a vantagem no game seguinte. O número 1 encaixou boas devoluções, tomou o controle dos pontos e forçou erros de Nadal para devolver a quebra.

Quando salvou três break points e confirmou o saque para fazer 2/2, Djokovic mudou o tom da partida. Dali em diante, ele erraria menos e ganharia todos os pontos importantes do primeiro set. Nadal até passou a jogar mais com o primeiro saque, mas sem forçar no fundamento, por isso não incomodou o rival. Nole venceu seis games seguidos e fechou o set em 6/2.

A segunda parcial começou igual à primeira: erros de Djokovic e uma quebra a favor de Nadal no segundo game. O terceiro foi o game mais longo do jogo, com mais de 15 minutos de duração. Nole encaixou excelentes devoluções, e o número 2 do mundo lutou para salvar cinco break points, com um ponto dramático depois do outro. No sexto, entretanto, outro rali emocionante acabou com Nadal jogando um smash na rede e perdendo o serviço.

Rafael Nadal não desistiu e jogou um brilhante terceiro set para se manter vivo no jogo 
(Foto: Getty Images)

Djokovic mais uma vez conseguiu mudar o jogo a seu favor. Ainda com devoluções excelentes, o número 1 deixou Nadal com poucas opções no saque. O espanhol passou a sacar mais fraco para não correr o risco de precisar do segundo serviço, mas não teve sucesso na estratégia. Nole quebrou de novo e abriu 4/2. Um último suspiro do número 2 veio no oitavo game, quando ganhou dois pontos com Djokovic na rede e igualou o placar em 4/4.

Mas Nadal jamais conseguiu resolver o problema de seu saque. Com três erros não forçados, cedeu outra quebra no nono game e viu Djokovic fechar a parcial em 6/4.
Mesmo diante de tantas dificuldades, o segundo cabeça de chave jamais desistiu. Saiu atrás, cedendo uma quebra no terceiro game do terceiro set, mas deu o troco em seguida. Depois, voltou a perder o serviço em um longo quinto game, mas não deixou Nole disparar na frente. usando mais paralelas de forehand (esquerda), Nadal passou desequilibrar mais o rival no fundo de quadra e recuperou a igualdade no sexto game.

Com a torcida empurrando para ver mais tênis, o espanhol chegou a um break point no oitavo game, com o oponente sacado em 3/4. Depois de 31 golpes - rali mais longo do jogo - e defesas sensacionais de Nadal, Djokovic confirmou com uma esquerda na paralela.
Foi a última chance do número 2 do mundo. No 11º game, o número 1 voltou a se impor nas devoluções e, com duas ótimas subidas à rede, chegou ao último break point. Com uma paralela de esquerda, conseguiu a quebra e sacou para o jogo
.
Com 6/5 e 30/30, Nole esteve a dois pontos do título, mas sentiu o nervosismo. Errou uma esquerda fácil e cedeu um break point. Depois, jogou uma direita para fora e perdeu o saque. A decisão do set foi para o tie-break, e Nadal entrou cheio de moral. O número 2 abriu 4/1 e manteve a vantagem. Ao vencer um rali sensacional, fez 6/3. A torcida, que festejava sua reação, fez ainda mais barulho quando Djokovic jogou uma direita na rede e perdeu o set.

No começo do quarto set, Djokovic disse estar sentindo dores nas costas e pediu atendimento médico logo depois de confirmar o saque no primeiro game. A parada quebrou o bom momento de Nadal, que teve problemas com o saque no segundo game. Depois de salvar quatro break points, não teve como defender uma direita do rival e foi quebrado.

Os dois tenistas já mostravam sinais de extremo cansaço, e o espanhol, que passou mais tempo se defendendo, não aguentou. Mesmo com o sérvio sacando mais fraco, Nadal pouco conseguiu fazer no quarto set. Nole quebrou outra vez no sexto game, fez 5/1 e pôde sacar novamente para o título.

FONTE - SporTV

FINAL PRÉ-OLÍMPICO DE BASQUETE - BRASIL LUTA MAS NÃO CONSEGUE GANHAR DA ARGENTINA

Já classificados para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, Brasil e Argentina entraram em quadra neste domingo para decidir o título do Pré-olímpico das Américas, em Mar del  Plata. E os argentinos levaram a melhor ao baterem os brasileiros por 80 a 75, em um duelo muito disputado, decidido apenas nos últimos segundos.
Este foi o segundo encontro entre as equipes na competição. Durante a segunda fase, o time brasileiro superou a equipe anfitriã, ocasionando a única derrota dos argentinos no Pré-olímpico.
No sábado, Brasil e Argentina se garantiram na Olimpíada após vitórias nas semifinais sobre República Dominicana e Porto Rico, respectivamente. Neste domingo, os dominicanos ficaram com o terceiro lugar depois de superar os porto-riquenhos.
O jogo
Com o Brasil engasgado, os argentinos fizeram jus ao apelido de "geração de ouro" e venceram os dez minutos por 21 a 9. Os brasileiros, encurralados pela pressão dos anfitriões, não conseguiram manter a boa performance da defesa e foram ineficientes nos contra-ataques.
Nos dez minutos seguintes, os verde-amarelos contiveram o ímpeto inicial dos albicelestes e deram mostras de que iriam equilibrar o confronto, mas o ala/pivô Luis Scola, algoz nacional no Mundial do ano passado, voltou a desequilibrar. O duelo foi ao intervalo com o placar de 35 a 27 para os mandantes.
No terceiro quarto, o banco da seleção brasileira (com Rafael Luz e Rafael Hettsheimer) prevaleceu novamente, assim como toda a competição, e a diferença foi apenas de dois pontos para o período derradeiro.
Nos dez minutos finais, os comandados do técnico Rubén Magnano voltaram a 'engrossar o caldo' (chegaram até a liderar por seis pontos), mas a experiência dos veteranos da geração de ouro da Argentina - que foi vice-mundial em 2002 e campeã olímpica em 2004 - falou mais alto: 80 a 75, com direito a muita emoção nos instantes finais.


Brasil ficou com o vice-campeonato no Pré-olímpico

FONTE - Msn.com